Independentemente de estar a passar por esta experiência, provavelmente conhece alguém (familiar, amigo, colega) que cuida e assume o papel de cuidador de uma pessoa que está dependente, como por exemplo, um pai idoso. Cuidar de um ente querido é um desafio que todos os dias, centenas de milhares de famílias, em todos os países, enfrentam. Cerca de 125 milhões de pessoas na Europa prestam cuidados a pessoas idosas ou com algum tipo de deficiência – Anderson et al., 2009, (relatório em inglês).
Será que na sua empresa, existe alguém nesta situação?
Tratam-se de cuidadores informais (não remunerados) que prestam cuidados a um familiar ou amigo. Cuidar de um idoso requer uma assistência bastante diferenciada, se compararmos, por exemplo, com as responsabilidades inerentes ao cuidar de uma criança.

Cuidar de um idoso significa:

  • Poder ter de gerir uma situação a longo prazo em vez de apenas uma emergência ou situação temporária;
  • Não se tratar de uma escolha pessoal – ajudar um ente querido depende do grau de fragilidade em que este se encontra;
  • Os casos mais comuns, relativamente aos cuidados informais, são relativos a um idoso, um companheiro doente ou um membro da família com deficiência.
  • Sem o apoio certo, os recursos financeiros do cuidador serão afetados pelo aumento das necessidades de acesso aos serviços de saúde;

Existe uma elevada probabilidade de se tornar cuidador de um ente querido no futuro;

Nestas páginas irá encontrar alguma informação que o poderá levar a repensar a política da sua empresa no que se refere aos apoios e benefícios dos trabalhadores, de modo a que estes consigam conciliar, de forma mais eficaz, as suas responsabilidades profissionais e pessoais.